Cristo, nascimento, renovação, recomeço, amor, gratidão, celebração.
Muito antes de presentes, acho que estes são significados do Natal.
E pensando neles, enxergo nosso dia a dia. Pensem bem: dormir e acordar, abrir e fechar os olhos, inspirar e expirar, encher e esvaziar o garfo, ir e vir, apegar e desapegar...e tantos outros exemplos que podemos fazer analogia.
Cada vez que eles acontecem, algo pode mudar, pode nascer, pode recomeçar.
Pode ser que nem sempre a atmosfera envolvente seja de amor, mas virá a ser no momento seguinte. Nascemos para amar. Ele, o amor, é que nos resgata de fundos do poço. E lá vamos nós conseguir viver melhor, graças a Ele.
Também pode ser que não lembremos de agradecer (o certo era dizer um obrigada por segundo, pois é uma dádiva estarmos vivos, termos tudo que nos foi dado, termos todos que temos no nosso convívio e fazermos tudo que conseguimos fazer), mas há momentos de regozijo que são impossíveis de não elevarmos nossos pensamentos e sermos gratos.
(Agradecer até coisas (aparentemente) ruins é um desafio maior e seres iluminados conseguem fazê-lo. Mas para hoje, dia de Natal, permitam-me pensar só em felicidade e alegria.)
Junto da gratidão vem a celebração, que também acontece menos do que deveria. Que não requer álcool, junção de pessoas, comidas. Basta um sentir-se bem, uma satisfação pessoal, um ato de presentear-se (mesmo que seja com um sorriso)...
Mas claro que tudo isso sendo compartilhado é muito, muito, muito melhor!
Claro que uma oração conjunta parece ter mais poder ainda!
Claro que uma festa cheia de coisas que nos enchem não só os olhos, mas todos os sentidos, é muito mais divertida!
Só gostaria que lembrássemos mais da importância de cada instante e fizéssemos força para os deixarmos mais leves, harmônicos, divertidos, melhores de serem vividos.
Cada construção e entrega de um escrito meu passa por um processo cheio de diferentes emoções, muitos instantes vividos. E vocês que me lêem recebem isto e fazem de minhas palavras o que quiserem. Ele renasce em vocês!
Agradeço por seus tempos de leitura. Agradeço por estarem, de alguma forma, junto comigo. Sou grata a todos!
Celebro com cada um ao desapegar de meu texto e compartilhá-lo.
Um abençoado Natal de 2014 a todos!
Sou libriana, trabalho com tecnologia da informação e gosto de escrever. Um dos meus hobbies é assistir filmes. Mas também já falei (e posso falar ainda) sobre outras coisas por aqui. Sejas bem-vindo(a)!
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
domingo, 21 de dezembro de 2014
O dia que Tim Maia esgarçou meu conhecimento
Pleno domingão, estou lendo textos, tranquilamente, através da tela do computador, quando vejo a frase: "A alma esgarça!".
EsgaRça???!!??!
Houve um erro de grafia aqui. Só pode. Pensei, ingenuamente.
Procurei no "google pra que te quero" e lá estava: esgaRçar.
Fiquei chocada!
Levantei do meu lugar atônita. Tinha que desabafar com alguém.
Fui direto falar com minha eterna "profe" de português: Dna. Léa, minha mãe.
E quando para ela aquilo também foi surpresa, fiquei um pouquinhozinho mais aliviada (mas bem pouquinho). O sentimento era de que minha vida toda, até então, falara errado essa palavra.
Sim. Falara. Pois também percebi que nunca a escrevera.
Aliás, de todos os livros e textos lidos, ninguém havia escrito este verbo antes. Deve estar concorrendo à palavra menos escrita da língua portuguesa, com certeza (e acho que ganha!).
E por falar em Tim Maia, saiu um filme sobre a vida dele e era sobre isto que o texto, mencionado no início, falava.
O filme tem seu limite de tempo e duas horas é pouco para aprofundar em toda a trajetória do Tim.
Dá pena de ver o quanto detonou-se, o quanto ainda podia ter feito e o jeito desastroso com que dirigiu a própria vida.
Diz-se que há hora certa para tudo, mas vendo aquela maneira, que mais parecia estar em plena luta diária com a existência, 55 anos parece abreviação de algo que podia ter durado bem mais tempo e de forma bem mais suave... (mas daí, talvez, não seria o mesmo Tim Maia, não é?)
A moça do texto identificou-se bastante com ele. Disse que ele a fez pensar na vida e que saiu melhor do que entrou no cinema.
Interessante saber as reações e observações de outras pessoas. Eu já detesto ver filmes com pessoas se entregando ao álcool e às drogas.
Mas cada um escolhe seus caminhos e biografias são uma oportunidade de saber um pouco mais das celebridades.
Agora...antes que mais gente fique atônita como eu fiquei, digo que, pesquisando um pouco mais, vi que o verbo esgaçar também existe.
UFA!!!!!!
EsgaRça???!!??!
Houve um erro de grafia aqui. Só pode. Pensei, ingenuamente.
Procurei no "google pra que te quero" e lá estava: esgaRçar.
Fiquei chocada!
Levantei do meu lugar atônita. Tinha que desabafar com alguém.
Fui direto falar com minha eterna "profe" de português: Dna. Léa, minha mãe.
E quando para ela aquilo também foi surpresa, fiquei um pouquinhozinho mais aliviada (mas bem pouquinho). O sentimento era de que minha vida toda, até então, falara errado essa palavra.
Sim. Falara. Pois também percebi que nunca a escrevera.
Aliás, de todos os livros e textos lidos, ninguém havia escrito este verbo antes. Deve estar concorrendo à palavra menos escrita da língua portuguesa, com certeza (e acho que ganha!).
E por falar em Tim Maia, saiu um filme sobre a vida dele e era sobre isto que o texto, mencionado no início, falava.
O filme tem seu limite de tempo e duas horas é pouco para aprofundar em toda a trajetória do Tim.
Dá pena de ver o quanto detonou-se, o quanto ainda podia ter feito e o jeito desastroso com que dirigiu a própria vida.
Diz-se que há hora certa para tudo, mas vendo aquela maneira, que mais parecia estar em plena luta diária com a existência, 55 anos parece abreviação de algo que podia ter durado bem mais tempo e de forma bem mais suave... (mas daí, talvez, não seria o mesmo Tim Maia, não é?)
A moça do texto identificou-se bastante com ele. Disse que ele a fez pensar na vida e que saiu melhor do que entrou no cinema.
Interessante saber as reações e observações de outras pessoas. Eu já detesto ver filmes com pessoas se entregando ao álcool e às drogas.
Mas cada um escolhe seus caminhos e biografias são uma oportunidade de saber um pouco mais das celebridades.
Agora...antes que mais gente fique atônita como eu fiquei, digo que, pesquisando um pouco mais, vi que o verbo esgaçar também existe.
UFA!!!!!!
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Um anjo humano em minha vida
Mataram a saudade, conversaram, fizeram compras, jantaram e foram embora. Juntas. No mesmo ônibus.
Uma delas, eu, precisava pegar mais um ônibus para ir na direção certa de sua residência.
Pegou um dos primeiros ônibus que passou na parada.
Era um T8. Estes tipos que atravessam a cidade de uma ponta a outra, facilitando a vida de muita gente.
Ela não costuma pegar esta linha. Não faz parte do seu itinerário.
Ela não conhecia o motorista, muito menos o cobrador. Mas os cumprimentou, como sempre faz, ao entrar no veículo.
Em seguidinha já estava na hora de descer.
Já tinha observado a presença de dois homens, na rua, correndo na parada, como quem não quer perder o ônibus que chegou.
Ao descer os degraus do ônibus, deixou-os passar, para não atrapalhá-los na sua corrida até a porta do "coletivo".
Mas parece que eles desistiram de fazer isso. Escutou algo do tipo: "...Agora está perto...vamos ali então...".
E viu que eles seguiram caminhando rápido na mesma direção que ela ia.
Ela continuou caminhando. O ônibus já havia saída da parada.
Atravessou metade do corredor de ônibus e teve que esperar que carros passassem para completar toda a travessia até a próxima calçada da rua.
Quando deu-se conta, notou que o ônibus, de onde ela recém havia descido, estava parado, mesmo que a sinaleira estivesse aberta para ele passar.
Seguiu caminhando até chegar na porta do seu edifício e os homens continuaram seu caminho, indo além, mas estavam, até então, bem próximos dela.
E, durante o tempo que estava abrindo a porta e olhou para o ônibus parado, ela pensou: "esse motorista está tentando me proteger...é isto mesmo???!!"
Acreditou fortemente que sim, pois logo que fechou o portão, o ônibus partiu.
Ficou emocionada! E muito agradecida!
Sorriu e pensou que existe muita gente boa nesta vida!
Podemos nos deparar com seres que nos ensinam a como não ser, a como não tratar as pessoas, a como estragar o dia de alguém.
Mas eles não são maioria. Não podem ser. A nossa alma vem de uma Fonte com o melhor "material" existente no Universo.
E os bons exemplos, as pessoas de bom coração, as pessoas que se importam, as pessoas que conseguem fazer a diferença positiva na vida dos outros merecem destaque e nossa gratidão.
Que Deus ilumine seus caminhos retornando tudo que de bom passaram adiante!
Fim da história...que é verídica.
E quem não tem uma outra boa para contar?
sábado, 29 de novembro de 2014
Posso tomar banho de sol sossegada, por favor? Obrigada.
Foto do Twitter de @citacao
Primeiro banho de sol da temporada, no clube: ah, que gostoso!Primeira chatice: a mãe de uma guria de uns 20 anos fazendo fofoca de mim, no clube.
Sim. Aconteceu.
Estavam o pai, a mãe, a filha e uma amiga da filha enfileirados na minha frente.
Quase indo embora, a mãe senta ao lado da filha e de frente para a amiga e fala algo (que não escutei) e as meninas olham pra mim.
Acabou o papo, a mãe levanta e brada: "Ai, que fofocagem!", rindo.
De costas para mim e perto do pai, ela conversa com ele e ele me olha.
Certo que o assunto era euzinha, né?
E eu sentada, de camarote, olhando tudo.
Gente do céu, o que é isso? Que coisa mais indelicada, indiscreta e insensível de se fazer!
Falta de respeito com a minha completa comunhão com o sol...momento tão sublime...
Meu biquini estava pequeno? Provável. Não estou na minha melhor forma e mesmo assim não gosto de ficar com muito pano nos meus banhos de sol.
Ainda por cima herdei gens que minha sucessão de aniversários me ensinou a aceitar e gostar. Já sei do lado positivo deles e agradeço por tudo no meu corpo! Do jeito que é! Certamente não agrado todo mundo. Nem Jesus agradou...
Tinha alguma coisa fora do lugar? Acho difícil. Não senti nada. Se tinha, paciência. Não olhasse. Ou, antes, avisasse.
Continuarei usando o mesmo tipo de biquini enquanto achar que devo, minha senhora.
Mas pessoas como essa mãe fazendo o mesmo com pessoas mais frágeis e desconfiadas, podem acabar provocando desistência de uso de biquini, desistência da pessoa querer se expor, desistência de sair de casa, de viver a vida...
Já pensou? Que estrago! E é por isto que trago este assunto aqui.
Portanto, muito cuidado ao falarem dos outros...
Em mim, o efeito foi bem ao contrário: saí de casa, como planejado, fui para um shopping bem cheio e sentindo-me mais altiva.
E a previsão do tempo amanhã é de muito sol: oba!!!
terça-feira, 18 de novembro de 2014
A fim de jogar no Facebook? :) Não! >:|
Na tentativa de ajudar algumas pessoas que não sabem o que fazer com as solicitações de jogos que recebem pelo Facebook, aviso aos meus leitores que nem Facebook tem, que este post é direcionado às pessoas descritas no início do parágrafo.
Em primeiro lugar, tenham calma diante de uma tela (pode ser de um site de notícias, de um terminal de autoatendimento de um banco ou da tela do Facebook). Normalmente ela tenta um tipo de "comunicação" com vocês.
Olhem tudo, vejam se tem algo se sobressaindo, querendo chamar a atenção de vocês ou, em bom português, "dizendo" algo, como alguma instrução do passo que precisa ser dado para começarem a interagir.
No caso do Facebook, depois de entrarmos nele (com usuário e senha), no topo da página, à direita, aparece isto, por exemplo:
Tem uma aba chamada "Find Games" e outra chamada "Atividade", com um número "1" vermelhinho, indicando que há uma atividade ainda não vista por mim.
Clico nesta aba. Aparece outra tela com uma linha à esquerda chamada "Convites" e um número "1" vermelhinho:
Clico nesta linha e uma nova tela aparece. Parecida com esta (vou zelar pela identidade do meu amigo):
Clico no "X", ao lado do botão azul de "Aceitar". Outra tela aparecerá, dando opções de bloqueio:
Podemos bloquear o jogo em si (que é o caso, pois não quero jogar este jogo) ou bloquear todas as solicitações do Fulano De Tal (que não é o caso, pois nunca se sabe o que este amigo vai mandar de solicitação futuramente (a menos, é claro, que esta seja a opção perfeita para vocês. Mas não acredito.)). Clicamos na opção "Bloquear 'Nome Do Jogo'?".
Uma outra tela aparece para perguntar se temos certeza do que estamos fazendo:
Clicando em Confirmar (Calma! Está acabando a saga!), vem a tela avisando que fomos bem sucedidos na nossa supermegaoperação anti-jogos!
Clicamos no botão "Fechar" e agora qualquer amigo que tentar mandar uma solicitação do mesmo jogo não conseguirá fazê-lo.
Pode acontecer de surgir solicitação de outro jogo, mas não mais deste.
Sei que parece muito longa a operação, mas na hora de fazer, vocês vão perceber que é rapidinho para livrarem-se dessas solicitações. E vale a pena!
Em primeiro lugar, tenham calma diante de uma tela (pode ser de um site de notícias, de um terminal de autoatendimento de um banco ou da tela do Facebook). Normalmente ela tenta um tipo de "comunicação" com vocês.
Olhem tudo, vejam se tem algo se sobressaindo, querendo chamar a atenção de vocês ou, em bom português, "dizendo" algo, como alguma instrução do passo que precisa ser dado para começarem a interagir.
No caso do Facebook, depois de entrarmos nele (com usuário e senha), no topo da página, à direita, aparece isto, por exemplo:
Neste caso, a tela me mostra que há 4 notificações ainda não lidas por mim. (Se tivesse algum quadradinho vermelho na figura do meio, era sinal de que alguém tinha me mandado uma mensagem e ainda não tinha sido lida. E se isto acontecesse com a primeira figura, seria o aviso de que alguém estaria solicitando minha amizade.)
Quando eu clico na figura do mundinho, digamos assim, as notificações aparecerão. Se eu clicar em cada uma delas, serei direcionada para outra página, referente ao que me enviaram (pode ser uma foto em que fui marcada, uma página que alguém indica para eu curtir, a atualização de alguém que sigo, a solicitação para que eu jogue algum jogo indicado por um amigo...).
Mas logo abaixo desta partezinha, também pode aparecer um convite para jogar, neste formato:
Clicando direto na solicitação, nem sempre dá certo.
O que prefiro fazer é olhar para o lado esquerdo da tela, mais para baixo, no meu caso. No título "APLICATIVOS", tem a opção Jogos e o número "1" ao lado (sinal de que tem uma coisa lá, esperando para ser vista):
Clicando em Jogos, deve aparecer uma tela que lembra algo assim (talvez com outra estampa e outras opções de jogos):Tem uma aba chamada "Find Games" e outra chamada "Atividade", com um número "1" vermelhinho, indicando que há uma atividade ainda não vista por mim.
Clico nesta aba. Aparece outra tela com uma linha à esquerda chamada "Convites" e um número "1" vermelhinho:
Clico nesta linha e uma nova tela aparece. Parecida com esta (vou zelar pela identidade do meu amigo):
Clico no "X", ao lado do botão azul de "Aceitar". Outra tela aparecerá, dando opções de bloqueio:
Podemos bloquear o jogo em si (que é o caso, pois não quero jogar este jogo) ou bloquear todas as solicitações do Fulano De Tal (que não é o caso, pois nunca se sabe o que este amigo vai mandar de solicitação futuramente (a menos, é claro, que esta seja a opção perfeita para vocês. Mas não acredito.)). Clicamos na opção "Bloquear 'Nome Do Jogo'?".
Uma outra tela aparece para perguntar se temos certeza do que estamos fazendo:
Clicando em Confirmar (Calma! Está acabando a saga!), vem a tela avisando que fomos bem sucedidos na nossa supermegaoperação anti-jogos!
Clicamos no botão "Fechar" e agora qualquer amigo que tentar mandar uma solicitação do mesmo jogo não conseguirá fazê-lo.
Pode acontecer de surgir solicitação de outro jogo, mas não mais deste.
Sei que parece muito longa a operação, mas na hora de fazer, vocês vão perceber que é rapidinho para livrarem-se dessas solicitações. E vale a pena!
E aproveitem tudo de bom que o Facebook tem para dar!
domingo, 26 de outubro de 2014
Obras de ficção com algum atrativo para serem vistas
Seguindo minha tentativa de falar de filmes sem entregar muito sobre o que se trata, lá vou eu mencionar mais alguns. Desta vez, diferente do post sobre filmes baseados em fatos reais, são obras de ficção, que muitas vezes acabam retratando nosso cotidiano, mas também podem nos levar a mundos fantásticos.
Magia ao luar
O mais recente filme do Woody Allen, exibido aqui no Brasil, não tem nada de mais no roteiro, ao meu ver.
Mas tem o Colin Firth. Neste filme ele é um falso mágico, chamado Stanley, que tenta desmascarar uma vidente (Emma Stone).
Anteriormente ele já ganhou o Oscar pelo O discurso do Rei.
E bem antes disto, ele já foi Mr. Darcy, meu personagem favorito do livro e filme Orgulho e preconceito.
Ao ver o filme do Woody Allen, lembrei muito do Colin Firth encarnando o Mr. Darcy no seu jeito esnobe e até meio desastrado de falar com as mulheres.
Mesmo se nada der certo
Gostei da música. Aliás, das músicas. (Querendo conhecer a trilha sonora, procura por Begin Again Soundtrack, no www.youtube.com. Talvez depois de ver o filme, ela fique mais interessante.)
O filme conta a história de um produtor musical fracassado (Mark Ruffalo) que se encanta com uma mulher (Keira Knightley) cantando despretensiosamente num bar e passa a querer produzi-la.
Interessante ver nossa reação quanto a gostar ou não do final que é apresentado.
Se eu ficar
Achei bonitinho, chorei, mas chorei menos que em A culpa é das estrelas (que é outro filme feito a partir de livro voltado ao público jovem).
Quem estiver no preconceito de achar que é um filme muito adolescente, esqueça.
É mais uma oportunidade para pensar um pouco na vida, nos diferentes tipos de pessoas, nos relacionamentos.
A protagonista (Chloë Grace Moretz) sofre um acidente de carro e fica, em espírito, no mundo dos vivos até decidir seu destino.
No olho do tornado
Se no filme Twister, dos anos 90, já era uma loucura ver os estragos que um tornado pode fazer, neste filme as proporções aumentam bastante.
Tanto em número de ocorrências do fenômeno quanto em objetos levados pelos ares.
Lucy
Este filme lembra muito o Sem limites, em que um cara (Bradley Cooper) toma uma droga que o deixa muito mais esperto, atento, inteligente, confiante.
Mas a Lucy (Scarlett Johansson) fica mais poderosa que este cara, depois de entrar em contato com uma droga que a faz ficar com a capacidade de usar 100% do cérebro.
O final pode ser estranho pra muita gente (e é), mas eu gostei. (Sem represálias se não gostarem, hein? (Risos))
Isolados
Filme brasileiro de suspense psicológico.
Pulei de susto na cadeira, no início, confesso.
A trama não trouxe nada de novo para mim, mas achei o filme bem feito. Dá a agonia que deveria dar, nos mantêm atentos.
Fiquei sabendo que este filme ficou pronto há uns 2 anos. O José Wilker participa dele. Mas os protagonistas são o Bruno Gagliasso e a Regiane Alves.
A bela e a fera
É francês. Não lembro direito de detalhes da história da Bela (Léa Seydoux), então não sei se o que trazem no filme é muito diferente do que já ouvimos falar, mas foi a Fera (Vincent Cassel) mais bonita que já vi até agora.
Ele sabe ser uma fera quando quer, mas se está calmo, parece um lindo leão.
Infelizmente acho que faltou mais envolvimento entre a Bela e a Fera para que torcêssemos pela união de ambos.
Sorte deles que podem contar com nossas memórias já existentes. Mas, na minha opinião, o filme ficou muito superficial neste sentido.
Maze Runner - Correr ou Morrer
Lembrou muito Jogos Vorazes e mais não posso falar.
O doador de memórias
Gostei do filme. Achei bem cheio de significados. Muitas analogias podem ser feitas no decorrer e principalmente no final do filme.
E é bem como diz no cartaz dele: "Quando não há memórias, a liberdade é apenas uma ilusão."
Trash - A Esperança Vem do Lixo
Filme britânico com sotaque brasileiro. Até os atores estrangeiros "arranham" um pouco de português.
Participam do filme: Wagner Moura, Selton Mello, Rooney Mara, Martin Sheen, mas principalmente três meninos inexperientes na arte de atuar (só um deles já tinha atuado um pouquinho anteriormente).
Grande parte da trama se passa com eles. Passam por momentos tensos, ternos, tristes e felizes.
É daqueles filmes do tipo Tropa de Elite: uma realidade imunda (no sentido literal e figurado) esfregada nos nossos olhos.
O juiz
O pai (Robert Duvall) é juiz. O filho (Robert Downey Jr.) é advogado. Mas não se falam há anos. A mãe morre, o filho vai ao velório, o pai é acusado de matar uma pessoa, o filho quer defendê-lo.
Gosto desta coisa esperta de montar defesas, de deduzir em cima de detalhes (quase) imperceptíveis.
Também vemos a história humana de cada personagem e a relação pai e filho entre eles.
Garota exemplar
Saí do cinema sem saber o que pensar do filme. O final é um: "como assim???".
O filme pode ser dividido em: antes e depois.
E dá o que pensar. Até que ponto as pessoas podem ir? Quem está ao nosso lado? O que aconteceu com aquela pessoa que eu conheci?
Relatos selvagens
Filme argentino com pequenas histórias (os relatos) que nos mostram a falta de controle das pessoas frente a situações que as perturbam. Coisa que vemos cada vez mais no trânsito, em crimes passionais e por aí afora.
Uma realidade um pouco exagerada, mas quase beirando ao nosso mundo atual.
A lista ficou grande, mas acabo por aqui, pelo menos neste post, pois a cada semana pode surgir uma boa novidade. Thank God!!!
Magia ao luar
O mais recente filme do Woody Allen, exibido aqui no Brasil, não tem nada de mais no roteiro, ao meu ver.
Mas tem o Colin Firth. Neste filme ele é um falso mágico, chamado Stanley, que tenta desmascarar uma vidente (Emma Stone).
Anteriormente ele já ganhou o Oscar pelo O discurso do Rei.
E bem antes disto, ele já foi Mr. Darcy, meu personagem favorito do livro e filme Orgulho e preconceito.
Ao ver o filme do Woody Allen, lembrei muito do Colin Firth encarnando o Mr. Darcy no seu jeito esnobe e até meio desastrado de falar com as mulheres.
Mesmo se nada der certo
Gostei da música. Aliás, das músicas. (Querendo conhecer a trilha sonora, procura por Begin Again Soundtrack, no www.youtube.com. Talvez depois de ver o filme, ela fique mais interessante.)
O filme conta a história de um produtor musical fracassado (Mark Ruffalo) que se encanta com uma mulher (Keira Knightley) cantando despretensiosamente num bar e passa a querer produzi-la.
Interessante ver nossa reação quanto a gostar ou não do final que é apresentado.
Se eu ficar
Achei bonitinho, chorei, mas chorei menos que em A culpa é das estrelas (que é outro filme feito a partir de livro voltado ao público jovem).
Quem estiver no preconceito de achar que é um filme muito adolescente, esqueça.
É mais uma oportunidade para pensar um pouco na vida, nos diferentes tipos de pessoas, nos relacionamentos.
A protagonista (Chloë Grace Moretz) sofre um acidente de carro e fica, em espírito, no mundo dos vivos até decidir seu destino.
No olho do tornado
Se no filme Twister, dos anos 90, já era uma loucura ver os estragos que um tornado pode fazer, neste filme as proporções aumentam bastante.
Tanto em número de ocorrências do fenômeno quanto em objetos levados pelos ares.
Lucy
Este filme lembra muito o Sem limites, em que um cara (Bradley Cooper) toma uma droga que o deixa muito mais esperto, atento, inteligente, confiante.
Mas a Lucy (Scarlett Johansson) fica mais poderosa que este cara, depois de entrar em contato com uma droga que a faz ficar com a capacidade de usar 100% do cérebro.
O final pode ser estranho pra muita gente (e é), mas eu gostei. (Sem represálias se não gostarem, hein? (Risos))
Isolados
Filme brasileiro de suspense psicológico.
Pulei de susto na cadeira, no início, confesso.
A trama não trouxe nada de novo para mim, mas achei o filme bem feito. Dá a agonia que deveria dar, nos mantêm atentos.
Fiquei sabendo que este filme ficou pronto há uns 2 anos. O José Wilker participa dele. Mas os protagonistas são o Bruno Gagliasso e a Regiane Alves.
A bela e a fera
É francês. Não lembro direito de detalhes da história da Bela (Léa Seydoux), então não sei se o que trazem no filme é muito diferente do que já ouvimos falar, mas foi a Fera (Vincent Cassel) mais bonita que já vi até agora.
Ele sabe ser uma fera quando quer, mas se está calmo, parece um lindo leão.
Infelizmente acho que faltou mais envolvimento entre a Bela e a Fera para que torcêssemos pela união de ambos.
Sorte deles que podem contar com nossas memórias já existentes. Mas, na minha opinião, o filme ficou muito superficial neste sentido.
Maze Runner - Correr ou Morrer
Lembrou muito Jogos Vorazes e mais não posso falar.
O doador de memórias
Gostei do filme. Achei bem cheio de significados. Muitas analogias podem ser feitas no decorrer e principalmente no final do filme.
E é bem como diz no cartaz dele: "Quando não há memórias, a liberdade é apenas uma ilusão."
Trash - A Esperança Vem do Lixo
Filme britânico com sotaque brasileiro. Até os atores estrangeiros "arranham" um pouco de português.
Participam do filme: Wagner Moura, Selton Mello, Rooney Mara, Martin Sheen, mas principalmente três meninos inexperientes na arte de atuar (só um deles já tinha atuado um pouquinho anteriormente).
Grande parte da trama se passa com eles. Passam por momentos tensos, ternos, tristes e felizes.
É daqueles filmes do tipo Tropa de Elite: uma realidade imunda (no sentido literal e figurado) esfregada nos nossos olhos.
O juiz
O pai (Robert Duvall) é juiz. O filho (Robert Downey Jr.) é advogado. Mas não se falam há anos. A mãe morre, o filho vai ao velório, o pai é acusado de matar uma pessoa, o filho quer defendê-lo.
Gosto desta coisa esperta de montar defesas, de deduzir em cima de detalhes (quase) imperceptíveis.
Também vemos a história humana de cada personagem e a relação pai e filho entre eles.
Garota exemplar
Saí do cinema sem saber o que pensar do filme. O final é um: "como assim???".
O filme pode ser dividido em: antes e depois.
E dá o que pensar. Até que ponto as pessoas podem ir? Quem está ao nosso lado? O que aconteceu com aquela pessoa que eu conheci?
Relatos selvagens
Filme argentino com pequenas histórias (os relatos) que nos mostram a falta de controle das pessoas frente a situações que as perturbam. Coisa que vemos cada vez mais no trânsito, em crimes passionais e por aí afora.
Uma realidade um pouco exagerada, mas quase beirando ao nosso mundo atual.
A lista ficou grande, mas acabo por aqui, pelo menos neste post, pois a cada semana pode surgir uma boa novidade. Thank God!!!
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Professor nem sempre é profissional
Parabéns, a todos os professores que conheço, pelo seu dia!
Infelizmente nem sempre a profissão é valorizada financeiramente, mas cada um deve ter várias histórias, para lembrar, que compensam cada passo dado na carreira.
A missão de vocês vem junto de muita responsabilidade. Não é pra qualquer um.
Vocês são realmente especiais!
Tenham certeza de que vocês foram importantes para cada aluno, assim como os professores de vocês foram importantes para vocês.
E para falar a verdade, temos professores, na vida, que não são profissionais, mas seus ensinamentos nos ajudam a construir a pessoa que somos.
Esses não têm um dia especial, nem sempre recebem agradecimentos e quase nunca são remunerados.
Quem de nós não ensina alguma coisa a alguém?
Pois bem, tenho o privilégio de ter uma professora de profissão e de vida na mesma pessoa: minha mãe.
Ela tem um grupo de colegas que tem feito encontros anuais entre eles.
Acompanho-a nos eventos e adoro!
Conheci muitos dos que têm ido aos encontros antes mesmo de eu ter entrado para o colégio. Muitas vezes, pequena ainda, fui "trabalhar" junto com minha mãe.
Então, cada encontro que ocorre é uma abertura da minha própria caixinha de lembranças.
E ver o carinho e admiração que eles demonstram pela minha mãe é um aprendizado dos mais silenciosos e eficazes que conheço.
Mesmo sem querer, ela estava dando exemplo a ser seguido. São ações do passado refletindo ainda no futuro.
Que sirva de lição para não menosprezarmos cada coisinha que a gente faça.
Professores, agradeçam por tudo! Lembrem das coisas boas e o que de positivo as coisas ruins trouxeram.
Mais uma vez, parabéns pelo dia e por terem cumprido (ou continuarem a cumprir) com o papel que Deus deu para vocês e que só vocês podiam fazê-lo.
Infelizmente nem sempre a profissão é valorizada financeiramente, mas cada um deve ter várias histórias, para lembrar, que compensam cada passo dado na carreira.
A missão de vocês vem junto de muita responsabilidade. Não é pra qualquer um.
Vocês são realmente especiais!
Tenham certeza de que vocês foram importantes para cada aluno, assim como os professores de vocês foram importantes para vocês.
E para falar a verdade, temos professores, na vida, que não são profissionais, mas seus ensinamentos nos ajudam a construir a pessoa que somos.
Esses não têm um dia especial, nem sempre recebem agradecimentos e quase nunca são remunerados.
Quem de nós não ensina alguma coisa a alguém?
Pois bem, tenho o privilégio de ter uma professora de profissão e de vida na mesma pessoa: minha mãe.
Ela tem um grupo de colegas que tem feito encontros anuais entre eles.
Acompanho-a nos eventos e adoro!
Conheci muitos dos que têm ido aos encontros antes mesmo de eu ter entrado para o colégio. Muitas vezes, pequena ainda, fui "trabalhar" junto com minha mãe.
Então, cada encontro que ocorre é uma abertura da minha própria caixinha de lembranças.
E ver o carinho e admiração que eles demonstram pela minha mãe é um aprendizado dos mais silenciosos e eficazes que conheço.
Mesmo sem querer, ela estava dando exemplo a ser seguido. São ações do passado refletindo ainda no futuro.
Que sirva de lição para não menosprezarmos cada coisinha que a gente faça.
Professores, agradeçam por tudo! Lembrem das coisas boas e o que de positivo as coisas ruins trouxeram.
Mais uma vez, parabéns pelo dia e por terem cumprido (ou continuarem a cumprir) com o papel que Deus deu para vocês e que só vocês podiam fazê-lo.
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